Greve de motoristas de caminhão atinge o nono dia do Brasil, com uma ligeira melhoria no abastecimento | Comércio

Fotografía de la llegada de camiones tanque hoy, lunes 28 de mayo de 2018, al aeropuerto de Brasilia (Brasil). La huelga de camioneros, que tiene paralizado a Brasil, provocó el desabastecimiento de alimentos, combustibles y hasta insumos para hospitales.

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A greve dos motoristas de caminhão chegou esta terça-feira, 19 de maio de 2018, o seu nono dia no Brasil, apesar de o acordo anunciado no domingo pelo Governo, e a falta de produtos básicos continuou, embora com uma ligeira melhoria no fornecimento registrados nas últimas horas.

As estações em várias cidades, uma delas no Rio de Janeiro, foram fornecidos progressivamente, mesmo se as linhas em postagens foram ainda por muito tempo, devido à escassez de combustível que tem afetado milhões de brasileiros.Caminhões de combustível foram escoltados por militares e pela polícia no meio da bloqueios que ainda são mantidas por alguns motoristas de caminhão, que protestam há mais de uma semana, devido aos constantes aumentos no preço do diesel pela pressão do mercado internacional e a forte desvalorização do real nos últimos meses.De acordo com o governo regional do Rio de Janeiro, oito milhões de litros de combustível fora da refinaria de Duque de Caxias.Mesmo assim, apenas cerca de 10% dos postos de gasolina no Rio de janeiro foram totalmente fornecido, de acordo com o Sindicato do Comércio varejista de Combustível, e a expectativa é de que a situação volte ao normal ao longo da semana.Também no Rio cerca de 300 caminhões com alimentos foram escoltados pelo Exército da vizinha região serrana para a capital do estado, principalmente para os mercados populares, os produtos começam a chegar.

Em São Paulo, a cidade mais populosa e rica do Brasil, e que na semana passada decretou estado de emergência, a situação continua hoje, a ser crítico.O acesso ao porto de Santos, o terminal mais importante porto da América latina, permaneceu fechado, que está levando a perdas são ainda incalculáveis para as empresas exportadoras.Além disso, a 150 plantas produtoras de açúcar e etanol de São Paulo teve suas atividades paralisadas e as perdas podem chegar a até 180 milhões de reais (cerca de 48,6 milhões de dólares) por dia, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar.O estado de São Paulo é o maior produtor de cana-de-açúcar no país e fabrica a 60% de etanol e de açúcar produzido.O Governo do Brasil anunciou na noite de domingo, um novo acordo com os carreteiros, que inclui a queda do preço do diesel de 0.46 de reais (aproximadamente us $ 0.12) para os próximos 60 dias, mas muitas operadoras continuou atinge na maior parte do país.O presidente da Associação Brasileira dos caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, disse na véspera que há “infiltrados” que “querem derrubar o Governo” e ameaçando operadoras que aceitaram a trégua.”Não é o motorista de caminhão que está em greve. Há um forte grupo de infiltrados que estão deixando os caminhões presos em qualquer lugar. Eles são pessoas que querem derrubar o Governo”, disse Fonseca.

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